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Os pecados do verão
Com a chegada da estação mais quente do ano a mudança de hábito e comportamento torna-se inevitável. O primeiro erro comum das pessoas no verão é descuidar da alimentação, que requer cuidados especiais para nos sentirmos mais dispostos e manter a boa forma com saúde.
O aumento das atividades ao ar livre é o que mais favorece a escolha pela má alimentação. Comidas e bebidas gordurosas, como o chopinho gelado e petiscos pra lá de duvidosos fazem a cabeça, o estômago e o cardápio de muita gente. Mas, quem abusa do camarão, da casquinha de siri, do queijo coalho e do salgadinho, deve ficar atento. Além de serem alimentos ricos em calorias e gorduras, a má conservação dos produtos, a excessiva exposição ao sol e ao ar poluído são verdadeiras ameaças à saúde.
Para evitar maiores problemas no verão, o melhor é optar por alimentos saudáveis, especialmente quando estamos fora de casa. A praia, por exemplo, é um convite tentador para sairmos da linha. O ideal é levar um lanche de casa. Pode ser um sanduíche de peito de peru com queijo magro, sem maionese, e uma fruta. Se não conseguir preparar com antecedência, evite, ao menos, alimentos gordurosos e faça algumas substituições. Prefira o picolé ao sorvete, pois ele tem gordura hidrogenada. E troque o amendoim pelo biscoito de polvilho.
Nas refeições, em casa ou em restaurantes, abuse das saladas de verduras e legumes e dê preferência aos grelhados de carne magra, como peixe ou frango. Outra boa dica para os dias de calor é se hidratar. Com o aumento da temperatura, nosso organismo perde mais água e sais minerais através do suor, então se torna mais importante o cuidado com a hidratação. A ingestão de líquidos deve ser freqüente durante todo o dia. E as opções são muitas - suco, água-de-coco e bebidas isotônicas.
As dicas para uma boa alimentação já são mais que conhecidas. Comer em intervalos de três horas, ingerir muito líquido, abusar de frutas, verduras e grãos e manter uma dieta equilibrada. É só saber aproveitar as opções.
Yara Daros é psicóloga e trabalha com distúrbios alimentares há 11 anos. É criadora do método de emagrecimento Forma Leve, programa que existe desde 2001 e conta com uma equipe formada por psicólogos e nutricionistas, que acompanham não só a alimentação dos pacientes, mas também a estrutura emocional.
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