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Lingeries
ousadas, óleos que excitam, striptease
para seduzir o companheiro. No mundo feminino,
vale tudo para aumentar o prazer e sair
da mesmice na hora H. Sem deixar a criatividade
de lado, muitas mulheres estão, até,
frequentando cursos específicos sobre
o assunto. Um dos mais procurados, hoje
em dia, é o que ensina o pompoarismo,
técnica milenar nascida na Índia,
e aperfeiçoada no Japão, que
consiste em contrair e relaxar a musculatura
do períneo a fim de explorar com
maior intensidade a satisfação
sexual. Mas especialistas afirmam que o
segredo é começar cedo pois,
a partir dos 25 anos, a região pélvica
começa a sofrer alterações.
"Muita gente nem sabe que existem
esses músculos na região pélvica,
mas descobre que pode ter sensações
muito prazerosas se movimentá-los.
Com a técnica, a mulher cuida da
sua saúde e passa a se conhecer melhor",
afirma a terapeuta Maria do Carmo de Andrade
Silva, coordenadora de mestrado em Sexologia
da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro.
Além de proporcionar à mulher
o domínio da sua musculatura vaginal,
garantindo mais prazer na relação
a dois, o pompoarismo evita um problema
feminino conhecido como flacidez da região
pélvica.
A arquiteta Anna Paula Dias, solteira,
31 anos, não abre mão de buscar
novos recursos que favoreçam o momento
do sexo: “Investir na minha vida sexual
é uma das minhas prioridades. Estou
sempre buscando informações
e acessórios. Fiz o curso de pompoarismo
e achei válido. Não me arrependo”,
afirma a arquiteta, que frequentou o chamado
pacote completo, que inclui pompoarismo,
desinibição sexual, striptease
e massagem tailandesa.
Além de aprender as técnicas
do método, Anna Paula garante que
outros aspectos importantes para o bem-estar
da mulher são conquistados durante
o curso, como o resgate da auto-estima,
da autoconfiança, maior conhecimento
do próprio corpo e amadurecimento
na área sexual. “O curso desperta
uma autoconfiança incrível.
Desaparece o medo de ficar sozinha, de pensar
que “aquele cara não te ligou
porque você não foi bem na
cama”, enfatiza.
Segundo a especialista em sexualidade
humana, Ana Paula Veiga, que trabalha com
grupos femininos, na maioria das vezes,
as mulheres buscam esse tipo de técnica
para resgatar a auto-estima e a feminilidade:
“Esse é um processo que depende,
principalmente, do esforço de cada
uma. Mas muitas vezes demanda o envolvimento
do parceiro também”, ressalta.
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