2008: em busca da cara-metade

Solteiros contam os enganos que cometeram e as suas resoluções para 2008 na busca do parceiro ideal.

Mais um ano se passou e muitos solteiros não encontraram suas caras-metades. Solteiros e Solteiras foi atrás de alguns solitários Brasil afora para descobrir o que eles pensam e o que desejam para 2008 na busca pelo par ideal. Selecionamos quatro entrevistados que abriram seus corações. Além dos erros que cometeram, eles não deixaram de citar os pontos positivos que pretendem seguir em suas buscas. Relataram os valores e convicções que estão anotados na agenda ao lado da lista dos tropeços, como pontos primordiais. Afinal, eles se completam.

EU MESMA (O)

A executiva Viviane Rios, 28 anos, solteira, mantém algumas convicções que são importantíssimas para ela na busca de um parceiro. A principal regra está na autenticidade. “Jamais deixar ser você mesma para tentar agradar ou conquistar o outro, isso não funciona”, ensina.

Viviane está solteira há alguns anos e diz que já viveu relacionamentos, romances e paqueras suficientes para errar menos. “O que aprendi é que devemos ser fiéis aos nossos valores. Nunca deixá-los de lado para tentar conquistar alguém”, diz Viviane.

RESTRIÇÕES

Em relação aos lugares apropriados para encontrar sua cara-metade, Viviane acredita que a Internet, especificamente os sites de relacionamentos, não são os meios mais propícios. Além de estabelecer uma relação impessoal, nunca se sabe se o outro está falando a verdade.

“Ficamos mais velhos e mais seletivos também. Procuro freqüentar os lugares que combinam mais comigo independentemente de o intuito ser de busca e paquera. Vou para me divertir. Caso aconteça alguma coisa, já é um ponto positivo gostarmos ou freqüentarmos o mesmo lugar. Por isso, nunca fui adepta da busca do par perfeito na internet. Não acho seguro e tem uma exposição”, avalia Viviane.

EM PRIMEIRO LUGAR

O administrador de empresas Mário vaz, solteiro de 28 anos, diz que, após vários relacionamentos longos e intensos, concluiu que é indispensável pensar mais em si mesmo do que no outro. “Para iniciar uma relação é preciso cumplicidade e troca, por isso ambos deverão ceder. Mas aprendi que devo me priorizar mais, pensar mais em mim; não de forma egoísta, mas prioritária mesmo”, explica.

SEM PRECONCEITOS

A arquiteta Ana Cecília Dias conta que é uma solteira bem resolvida e que não deixa de viver uma história por questões culturais, religiosas ou financeiras. Para ela, preconceitos só dificultam e distanciam duas pessoas capazes de se relacionar. Por isso, esse sentimento não entra na sua lista na hora de investir nas paqueras. “Eu não tenho preconceitos com as profissões e as condições financeiras do outro.

uando eu me interesso, invisto no outro e procuro viver a história intensamente. Já tive ótimos relacionamentos, mas que acabaram não dando certo, não duraram. Mesmo assim, na lista dos meus acertos continuará ‘seguir os meus princípios’, conta, segura, Ana Cecília.

PROFESSORA DA PAQUERA

Já a solteira Ana Moretti está expert no quesito onde e como sair para paquerar. Ana ensina que sair “em bando” de mulheres à noite assusta um pouco os homens. “Ao invés de ajudar, atrapalha!”, alega Ana. Segundo ela, sair para lugares fora do “percurso oficial” também é um segredo para não errar mais. Para os solteiros que já fizeram seu balanço de 2007, Ana ainda manda um recado: “Em 2008, procure ser uma pessoa simpática e agradável com todos. Ninguém se interessa por gente chata”, brinca.

Caso você ainda não tenha feito suas reflexões, agora é o momento ideal. Antes da virada do ano, reflita e faça uma lista do que você deseja para 2008: ficar solteiro ou arrumar um namorado? Como conquistar isso?
E boa sorte!

*Os nomes na matéria foram trocados a pedido dos entrevistados



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